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domingo, 9 de novembro de 2014

O pessoal já registado na Segurança Social como trabalhando por conta de outrem na...IFC - INTERNATIONAL FURNITURE COMPANY, S.A. :

- PEDRO ALEXANDRE MOREIRA OLIVEIRA;
- ANDRÉ GRIS SILVA TEIXEIRA
- OLGA PINHEIRO;
- EDUARDO FERNANDES ALEXANDRE;
- Mª ASCENSÃO MARTINS;
- CARLA SILVESTRE;
- NUNO MIGUEL COUTINHO REMÍGIO;
- JORGE FILIPE COUTINHO REMÍGIO;
- CARLOS JORGE COUTINHO REMÍGIO;
- ROSA MARIA CESÁRIO BATISTA; 
- CRISTINA MARIA DA COSTA ABRUNHOSA; 
- ARMINDO FRANCISCO SILVA;
- MARIA MANUELA AZEVEDO PEREIRA;
- ROGÉRIO PAULO LOPES NOGUEIRA;
- ANTÓNIO DA CUNHA PINTO;
- AURORA AUGUSTA MARTINS;
- SUSANA PATRICIO SANTOS;
- MARIA DE FATIMA AZEVEDO PEREIRA; 
- FERNANDO MANUEL MAGALHÃES DE SOUSA;
- OLGA MARIA DE ALMEIDA CUNHA PINHEIRO;
- MÁRIO RUI PINTO POLIDO.

COMO SE DEITA UMA GRANDE EMPRESA NO LIXO...

Foto tirada por FILOMENA em 01/11/2014 na Bobadela
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Esta mesma loja foi reaberta no dia 08 NOVEMBRO 2014, em nome duma empresa identificada como IFC - INTERNATIONAL FURNITURE COMPANY, S.A. 

sábado, 20 de setembro de 2014

Arquivando...

Uma pequena recolha de textos escritos no Grupo - UMA LUTA QUE NÃO CHEGOU A SER LUTA ...MAS AINDA NÃO ACABOU!!! - do Facebook e links diversos, sobre a situação dos trabalhadores da MOVIFLOR, desde Dezembro 2012:

<<<<
Quando, um dia, se fizer a história desta empresa não ficará registada a canalhice duma administração, que destruiu a vida de dezenas e dezenas e dezenas de famílias, mas a COBARDIA e a INDIGNIDADE de quem não quis lutar pela defesa dos seus próprios direitos.
É nesta massa humana que se suportam governos como o nosso; é desta massa humana que se fizeram fascismos, nazismos e outros ismos! O poder não se suporta, por si só, se não tiver na base uma mole humana de néscios e cobardes que lhe dê sustentação: quer pela colaboração, quer pela simples omissão.
Não tenho medo de quem me ataca, mas assustam-me os que mordem pela calada, fazendo do nosso futuro próximo algo que julgámos ter afastado há perto de quarenta anos!
Por enquanto ainda é só uma maré de moralismos bacocos a renascerem (o salazarismo ainda persiste nas mentes de muitos!), e cobardias ocas a fingirem que têm alguma consistência, mas...negros tempos se avizinham!>>>>

<<<Abusos laborais sistemáticos na MOVIFLOR>>>


(...)"<<<<<................................................DAQUI ATÉ À DERROCADA FINAL, EM 2014, COM A FALÊNCIA QUE SE ANUNCIA...


domingo, 3 de agosto de 2014

OS DESMANDOS DA MOVIFLOR

A MOVIFLOR prepara-se para levar a efeito mais um ataque aos trabalhadores. 


Não lhe bastando não cumprir com o estipulado no PER, homologado desde Dezembro 2013. Não lhe bastando ter continuado a falhar o pagamento dos vencimentos, após a homologação do PER tendo acrescentado, neste momento e à dívida vencida até Dezembro 2013, mais quase quatro meses (faltam Janeiro+25% de Maio+Junho+Julho 2014). Não lhe bastando ter levado a efeito um despedimento colectivo baseado no número da faltas justificadas dadas num determinado período aleatório. Não lhe bastando manter abertas as portas sem que haja qualquer actividade, principalmente desde o início do corrente ano.. 


Decidiu, agora, face às inúmeras entregas de cartas de suspensão do contrato de trabalho que se juntam a algumas baixas médicas do foro psiquiátrico, tornando inviável a abertura de algumas lojas a partir do início deste mês de Agosto, proceder a :


1) Aliciamento de trabalhadores, durante a semana finda, para recuarem na suspensão com a promessa do pagamento dum salário;

2) Aliciamento de outros para avançarem para a suspensão, ou para a baixa médica, porque "a empresa não tem viabilidade e até Setembro fecha";

3) Comunicação, no final da presente semana (e dos aliciamentos),  às chefias locais duma 'lista de nomeados' - 5 por local - aos quais serão pagos um vencimento, não o sendo feito aos restantes...que assim se vêem 'obrigados' a enviar cartas de suspensão.

A situação nesta empresa torna-se, a cada dia que passa e a cada medida que a administração toma, uma tortura psicológica, a juntar ao destroçar de vidas, dos seus trabalhadores, sem que haja lei, ou algo que os detenha.

Lídia Oliveira
Ex- trabalhadora da Moviflor
Ex- Delegada Sindical da loja de Corroios
Ex- Representante dos trabalhadores da Moviflor na Assembleia de Credores.

[ESTE TEXTO FOI ENVIADO A DIVERSOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL; DEPUTADOS; GRUPOS PARLAMENTARES E OUTROS ORGANISMOS LIGADOS AO PROBLEMA]

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Talvez uma luz ao fundo do túnel...

De momento vamos suspender a publicação de mensagens e/ou comentários sobre a situação da empresa. Existem informações, animadoras, de que a empresa assumiu um compromisso com um prazo para a regularização do restante Subsidio de Natal.

Pena que esse compromisso não tenha sido assumido directamente com os representantes dos trabalhadores, ter-se-iam poupado muitas das situações que vieram a público e que a nenhum trabalhador, verdadeiramente crente no futuro da empresa, interessa ou agrada. Mas podemos muito bem passar por cima desse detalhe; se a empresa não nos acha suficientemente capazes de assumir compromissos que interessem a ambas as partes, paciência, o importante é encontrar soluções credíveis e viáveis quer para salvar a empresa, quer para salvar os nossos postos de trabalho, pois uma coisa é inerente à outra. E se isso tiver de ser feito através de terceiros, pois que seja.

Aguardemos, então, com mais alguma paciência pelos próximos desenvolvimentos de que daremos notícias sempre que possível.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Para aqueles "especialistas" que pretendem estar muito bem informados acerca dos investimentos da MOVIFLOR em África, alegando que o referido investimento não retirou dinheiro das lojas em Portugal, deixo aqui uma pequena notícia para ver se aprendem alguma coisa.

Chamo apenas a atenção para um pequeno (GRANDE) detalhe: quando se diz INVESTIMENTO ESTRANGEIRO quer dizer isso mesmo ESTRANGEIRO. Logo e ao contrário do que muitos ainda pensam, iludidos na sua ignorância bacoca, o dinheiro que entrou em Moçambique foi ESTRANGEIRO, LOGO PORTUGUÊS NESTE CASO e não foi todo de investidores externos à empresa, pode ter sido uma boa fatia, mas a empresa também disponibilizou alguns milhares, como é evidente.

"Brasil e Portugal foram os maiores investidores estrangeiros este ano em Moçambique












Lusa/Fim

Mais um pouco da saga do investimento moçambicano:


 "As palavras são do presidente da SOFID, Diogo Gomes de Araújo, que acredita que o papel da empresa é cada vez mais relevante.
(...)
O objectivo da sociedade é apoiar projectos viáveis do ponto de vista económico-financeiro e com impacto positivo no país beneficiário. Ou seja, tem de existir uma componente social, na criação de emprego, na formação, na transferência de competências para o país alvo do investimento.
A segunda condição é a repartição equitativa do risco: tem de haver níveis de capital próprio adequados, isto é, entre 30% e 40% do capital investido deve ser do promotor.
Por fim, o promotor tem de ter experiência no negócio, “para que estejamos confortáveis a investir o dinheiro disponibilizado pelos contribuinte portugueses”, conclui Diogo Gomes de Araújo.
 (...)

Moviflor Moçambique 
lll O grupo Moviflor, que abriu uma loja em Luanda, Angola, há quatro anos, anunciou em Maio deste ano que vai replicar essa experiência bem sucedida e expandir o negócio para Moçambique. O objectivo é aumentar a sua presença no mercado internacional.
(...)
Neste sentido, o grupo português delineou um projecto de investimento no valor de cerca de 12 milhões de euros (14,7 milhões de dólares).
A estratégia começa pela compra de um imóvel numa das principais artérias da capital, Maputo, e pela aquisição de um stock inicial de mercadorias, bem como do material necessário à instalação de escritórios, estrutura tecnológica de apoio e showroom. No edifício ficará centralizada toda a actividade relacionada com a administração da empresa e com a gestão da loja e de todo o processo logístico.
O apoio da SOFID traduziu-se na emissão de uma garantia bancária correspondente a 33,3% do valor do financiamento obtido pelo grupo Moviflor em Moçambique, junto do Millennium BIM.
(...)
O processo de internacionalização da Moviflor arrancou em finais de 2007, quando a empresa de móveis virou as suas atenções para Angola e comprou a Decolar. A primeira loja em Luanda, com 65 trabalhadores, facturou 10 milhões de euros nos primeiros seis meses de actividade – um valor superior à média alcançada nas unidades portuguesas.
A directora-geral da Moviflor, Teresa Albuquerque, já anunciou planos para aumentar o número de unidades em Angola e a expansão da rede deverá arrancar no início do próximo ano."

 

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Já agora...

...como a MOVIFLOR foi "buscar" financiamento junto dos trabalhadores, com os seus subsídios de natal, qual vai ser o montante dos juros a pagar-lhes?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Ética e responsabilidade social, por Francisco Sarsfield Cabral

Era  esta 'ética de responsabilidade social das empresas' que se esperava da MOVIFLOR: que os seres humanos que todos os dias se esforçam por dar o seu melhor de competência, profissionalismo e empenho, fossem tratados com respeito por serem humanos e não meros números duma engrenagem de lucro.

Teria sido muito mais útil, a curto e médio prazo desta crise que a todos esta a enterrar -  para os interesses da empresa - que os trabalhadores tivessem sido chamados a cooperar com a mesma, explicando - atempadamente - os reais contornos da situação; dando-lhes esperança que o trabalho a desenvolver para atravessar a tormenta seria levado a cabo por todos e garantindo que os direitos vencidos se manteriam respeitados, mesmo que tivessem de ser adiados.
Ao mesmo tempo e, tal como sucede com um qualquer pedido de financiamento, seria garantido que o adiar dos pagamentos devidos seria salvaguardado por uma qualquer compensação que viesse a ser acordada entre todos. Seria da mais elementar justiça que a empresa, ao financiar-se com os subsídios de natal e outros valores que venham a ser retidos aos trabalhadores retribuísse, não necessariamente na base dos juros da banca que nos rouba, mas por um valor (ou outra forma de compensação) que viesse a ser acordado entre administração e trabalhadores.

Até ao momento em que estas palavras estão a ser escritas o único equivalente à tal  RSE tem sido o SILÊNCIO e a indiferença perante as situações mais difíceis de alguns trabalhadores em situações económico/familiares mais fragilizadas, ex: famílias mono-parentais, agregados familiares com desempregados, agregados familiares com elementos doentes e/ou com necessidades especiais, etc.


(...)
(...)>>, IN SOL

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Gostava de saber porque tenho de ser eu a passar por caloteiro - e pagar os consequentes juros e multas - se o patrão é que não me paga o trabalho que já produzi!?

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

AGORA FORAM OS VENCIMENTOS...

...Como se não tivessem bastado os SUBSIDIOS DE NATAL, agora foram os VENCIMENTOS que ficaram por pagar!

Em resumo: OS TRABALHADORES DA MOVIFLOR ACABAM O ANO SEM UM CHAVO!, NEM SUBSIDIO, NEM VENCIMENTO!

Mas, como somos um povo de brandos costumes, nem comemos, nem bufamos! Brandos costumes uma pinóia!, somos uns carneiros, é o que é!!!

Engraçado foi ouvir alguns a comentar, quando receberam o "aviso" que iriam ser pagos 25% dos complementos junto com o vencimento de Dezembro: "ah bom!, sendo assim já não é mau, é porque vão pagar os ordenados"...tomem lá!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

MOVIFLOR NÃO PAGA SUBSIDIOS DE NATAL AOS SEUS FUNCIONARIOS - PARTE II

<Primeiro avisa - no dia do pagamento do vencimento de Novembro - que só paga depois do dia 15; depois - a 20 - avisa que afinal não paga porque blá,blá,blá, pardais ao ninho, a coisa 'tá preta e não há cheta pra ninguém, por isso "vão receber" uns míseros 25% (dos bases!) , 'tão a ver, né???... 25% s/ um vencimento dum motorista é tal&qual a mesma coisa que 25% do vencimento do director, do gerente, do supervisor...TAL&QUAL!!!(...)>

Pois...a saga dos 25% continua!  Deve ser um bocadinho como os descontos para os clientes...

Desta vez, ou seja com o vencimento de Dezembro, lá virá ( será?, ou é como a 'estória' do dia 15???) mais uma pinguinha - 25% dos complementos do subsidio! Mas que raio quererá isto dizer? É certo que existem umas comissões, mas...não são todos os que as recebem; é certo que existem uns prémios, mas...não são todos os que os recebem. Ou seja, aquelas verbas que se recebem, além do base, para fingir que se ganha  um melhor vencimento e que resultam de muitas variantes, nem sempre relacionadas com o empenho e a competência, nem sequer abrangem uma boa maioria dos funcionários. Então esses nem os 25% têm direito???