Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta MOVIFLOR ENGANA OS SEUS TRABALHADORES. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MOVIFLOR ENGANA OS SEUS TRABALHADORES. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

'não sejas nem muito esperto, nem muito burro!'

Durante estes dois anos em que já dura esta nossa luta, muito se tem passado, muito se tem perdido, muito se tem desrespeitado, muito se tem destruído, em especial no que toca à dignidade que merece quem trabalha e luta pelos seus direitos.

Muito do desrespeito que recaiu sobre perto de mil trabalhadores foi fruto da sua própria demissão de lutar pelo que lhe era devido. Muita da pulhice de quem destruiu perto de mil postos de trabalho, ficou a dever-se à demissão duma grande maioria de trabalhadores que se rendeu a mentiras, a trafulhices, a uma desonestidade que tratava gente como se cadeiras e móveis fosse, ou pior!

A luta começou logo a 23 de Dezembro 2012, duma forma suave e, sobretudo, anónima. Já pairavam no ar as ameaças sobre quase todos, ameaças sobretudo de transferências de locais de trabalho, para distâncias incomportáveis, quer a nível de custos, quer a nível de desgaste psicológico, algumas delas concretizadas em 2013. A outra ameaça ainda mais insidiosa era a do despedimento. Ninguém ousava reclamar abertamente, com medo de perder o posto de trabalho, e desse medo se foi alimentando a perfídia duma administração que exigia o mesmo rigor do cumprimento profissional a quem começavam a faltar salários sobre salários e demais retribuições. 

Pelo caminho levava-se com gente menor, gente de fraco carácter que, mesmo numa posição pouco mais que de subserviência para quem tudo destruía, ainda se dava ao desplante de, na maior falta de vergonha e/ou honestidade, agredir verbalmente os elementos da(s) sua(s) equipa(s) com tiradas do género: "a culpa não é da empresa, não há dinheiro que querem que se faça!?"(fazendo por esquecer que, quando havia e muito, o mesmo foi desviado para tudo menos para favorecer quem o produzia!), ou "a culpa é vossa se não sabem gerir o orçamento familiar para contarem com uma almofada", entre outras barbaridades proferidas por quem era pago e muito bem pago, muito além do que produzia, porque o pagamento era mais pelos 'bons serviços prestados' que nada tinham a ver com a actividade normal da empresa.

Durante algum tempo poucos ousavam protestar face ao caminho que se prosseguia, à revelia dos graves prejuízos provocados a dezenas de famílias, pelo que durante os primeiros meses de 2013 a forma de luta usada era, naturalmente, anónima. Situação que se foi alterando na medida em que a situação se agrava e chegados a meados do ano já alguns se recusavam a permanecer calados pagando, mais tarde, com o inevitável despedimento.

Perfeitamente natural, este percurso. Não que fosse natural que quem é pisado não se revolte, mas é tão natural neste nosso povo de brandos costumes e do "ai aguenta, aguenta"...a grande maioria aguentou até ser chutada porta fora a 30 Setembro 2014! 

Agora o que não é natural é que passados DOIS ANOS de mentiras jogadas sobre quem trabalhava e não recebia!, passado o mês de Agosto 2014 em que uma maioria dos que restavam foram positivamente 'expulsos' sem apelo nem agravo!, passado o 30 Setembro 2014 em que a responsável máxima de toda esta situação - Catarina Remígio - manda os seus lacaios sabujos encerrar as portas, sem que fosse dada uma satisfação minimamente digna a todos os que engoliram todas as mentiras e trapaças até essa data...O QUE NÃO É NATURAL É QUE DEPOIS DISTO TUDO VENHA, AGORA, ALGUÉM EM NOME DUMA APREGOADA DEFESA DOS INTERESSES DOS CREDORES/EX-TRABALHADORES 'OFERECER' INFORMAÇÕES...DUMA FORMA ANÓNIMA! E AINDA POR CIMA...A MIM!?

Este anonimato pretende defender o quê? Ou defender quem de quê? Medo que eu fosse a correr contar à 'dona catarina'??? Eu? Depois do que tenho feito nestes dois anos? Claro que ninguém engole esta! Desde 23 Dezembro 2012 muitas informações me foram dadas sem que, fosse de que forma fosse, alguém soubesse quem as dava. E muitas foram dadas sem sequer serem publicadas, já que ao fazê-lo não havia forma de defender quem dava as informações. É que o prejuízo provocado por chibos fazia-se ao contrário, eram os sabujos a levar às chefias, mesmo se isso provocava prejuízo nos colegas. E depois, se não me acham digna da confiança de se identificarem porque vou eu tomar como credíveis essas mesmas informações, agora dadas? Ou haverá outras razões para estas acções, como as houve para outras e achavam que eu as 'engolia'!? 

Há um velho ditado que se costumava dizer a quem ia para a tropa: 'não sejas nem muito esperto, nem muito burro!'...e eu gosto dele! Não me tomem é por mais burra do que sou, ok!? 

Ah e já agora...de tudo o que me for passado de forma anónima não fica dada, pela minha parte, qualquer garantia de sigilo. 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

“ Moviflorgate “ III

José Miguel Lopes

Há 4 horas  -  Partilhado publicamente
 
“ Moviflorgate “ denuncia – “ Garganta funda “ III
Sei de fonte segura que a situação da Moviflor está a ser investigada com cariz de grande profundidade, este é o momento para se denunciar todos os factos que sejam sustentados com provas, documentais ou testemunhais. Será o dever de todos disponibilizar os factos que fortaleçam a litigância. 
É óbvio que os dinheiros que saíram para Moviflor Angola e Moçambique, que foram para OFF SHORES, permitiram construir o edifício e entrega-lo (chave na mão) para arrendamento á STAPLES de Rio de Mouro. Não entram para os valores apurados, que terão como base a massa insolvente. Mas como ainda acredito que vivemos num Estado de Direito, estou confiante que muitas injustiças terão a punição devida. Sobre a Ética e a Nobreza de carácter, não me resta grandes esperanças.
1)É urgente uma avaliação por parte da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, ao encerramento dos Balanços da Moviflor nos exercícios de 2009 até ao ano transacto, proponho este período, porque os actos e as responsabilidades perante a Lei ainda não prescreveram. Solicito os serviços da Ordem dos TOC, porque quem validou os documentos e seu encerramento, é credenciado pela da Ordem … é fácil investigar! As contas foram “ altamente marteladas”. Uma vez que o Seu Bastonário manifestou a sua indignação sobre os depósitos na Moviflor SGPS.
2)Seria útil que se apurasse os acontecimentos dos Contratos com Fornecedores de Energia Eléctrica a algumas lojas no ano de 2013/14, porque se efectuaram vários quase em simultâneo, não se tendo cumprido com nenhum … parece que se chegou a violar contadores, para continuar com electricidade de uma forma que não está de acordo com a Lei … é fácil investigar! Quem deu a ordem para se cometer tal acto ilícito, o porquê de se ter que comprar urgentemente geradores a Diesel, tendo algumas lojas ficado largos períodos sem luz.
Temos todos memória de varias situações muito pouco claras que foram ocorrendo, como o caso do motorista que teve o acidente, tendo ficado amputado de uma mão - ficaram apuradas as causas … ou os “ discos de registo” desapareceram do veículo pesado? Mesmo com a empresa em dificuldades, não deixaram de surgir facturas na tesouraria de festas de aniversário do Solar dos Presuntos (não eram de jantar de Natal/Moviflor, como é habito nas empresas saudáveis, esses nunca ocorram). O caso do camarote da Moviflor no estádio do Benfica, bem sei que se dizia que era pago pelos fornecedores com notas debito de participação em publicidade (alem de permutas da empresa) … mas seria dinheiro que entrava na empresa, de facto com esse fundamento, e seguramente já nesses anos necessitava tanto desses valores, concretamente para pagar facturas que estão referidas no PER, algumas desde a inauguração da Loja de Alfragide (aos funcionários a falta de respeito começou em Outubro 2012) … imaginei há quantos anos ficaram compromissos por respeitar, por falta de ética e porque alguém achava que a impunidade é uma praxis corrente. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

“Moviflorgate” II



José Miguel Lopes

Há 7 horas  -  Partilhado publicamente
“Moviflorgate” denuncia –“ Garganta funda”
<<<(...)
Bem sei que de momento “todos” estão incomodados com a Loja da Bobadela – IFC, mas a estratégia em prática é a mesma que foi aplicada para o encerramento da Sofatinni, somente com a diferença de que a escala é maior, mas a base de impunidade e hipocrisia, é a mesma (teremos que ser mais inteligentes). Muitos estiveram no seu baptizado, poucos estiveram no seu funeral.
 Estamos a falar de um Milhão e meio, dois Milhões de stock, que provavelmente uma boa parte são monos, porque a Empresa não teve a coragem, nem lhe era útil, de desvalorizar este stock ao longo de muitos anos, sempre era mais um suporte para obter mais créditos junto da banca. Somente não colocam os produtos em contentores e os enviam para Luanda por dois motivos. O primeiro é que também não pagam aos transitário a acrescer os custos portuários, segundo factor, não estão seguros do estado do stock existente em termos de qualidade para suportar custos de exportação. Talvez este aspecto dê que pensar a quem está na Bobadela, a pensar que é um projecto de futuro.
Neste momento não me parece que se acrescente alguma vantagem estar a olhar para a árvore, sem ter noção da dimensão da floresta, estou convicto de que estas realidades são caso de Policia, de tal forma que a minha primeira informação de denúncia, assim como como todas as que se seguirem, estão a ser envidas para um Organismo do Estado de Informação/investigação.
Pretendi na minha primeira informação denunciar algumas situações sobre Moviflor Angola, porque creio ser o motivo e o nervo central, do presente e do futuro para onde pretendem encaminhar a Empresa. Por isso tentam proteger a marca Moviflor, porque essa tem valor em Africa e custou muito investimento, ou talvez porque pensam que ainda vale € 30 Milhões… sobre este assunto darei informações mais tarde.
Tenho preparado para dentro de alguns dias divulgar uma informação “Moviflor” denúncia – “Garganta Funda” II, desta vez mais centrado em Moviflor Portugal. Queria no entanto lavrar uma declaração de intenções, não pretendo entrar em debate com ninguém, não entrarei nunca numa escalada de comentários, se necessário e assim o espero defenderei as minhas atitudes e provas em TRIBUNAL.
(...)>>>

“ Moviflorgate “


José Miguel Lopes

Há 4 dias  -  Partilhado publicamente
“ Moviflorgate “ denuncia -“ Garganta funda “
A Administração da Moviflor, informa de que a impossibilidade da viabilização da Empresa se deve á falta de colaboração da Banca e contas penhoradas pela Autoridade Tributária, talvez não seja somente isso …
1) Sabem onde se encontram as divisórias dos decores das Lojas da Moviflor de Viana do Castelo e Caldas da Rainha que foram encerradas? Embarcaram em Julho nos contentores para a nova Loja de Morro Bento em Luanda, já agora valorizadas a preço de “serradura” … é fácil investigar! Os transitários foram a Danco ou Shenker …
2) Imaginam porque existia um prazo tao alargado para satisfazer as encomendas sinalizadas pelos clientes da Moviflor Portugal? Bem os contentores foram desviados para Angola (os clientes de Portugal passaram ao esquecimento), uma que vez que existiam 2 linhas de financiamento acordadas, uma de $2,1 Milhões e outra de um Milhão de Dólares … é fácil investigar! Os bancos são o BAE e BIC de Luanda …
3) Comenta-se que o esforço de investimento em Africa, descapitalizou a Moviflor Portugal, com as Lojas de Luanda e Lobito em Angola, Maputo em Moçambique? Bem se fossem somente esses investimentos! Existe a Loja de Morro Bento – Angola (3 pisos), Loja de Viana - Angola (não é somente uma Loja Moviflor, é um complexo comercial, as outras são para alugar), o terreno de Talatona - Angola, que em Dezembro valia $10 Milhões e foi encerrado o negócio da venda em Fevereiro por $8 Milhões, apos uma MÁ gestão da negociação da Moviflor … é fácil investigar! Quanto terá pago a Moviflor aquando da compra inicial (qual a origem do dinheiro) …
Talvez com uma investigação rigorosa, se entenda que os créditos reclamados no PER em Julho de 2013 fossem de € 152 Milhões, tendo sido aceites pela Moviflor € 147 Milhões. Devemos acrescentar todo somatório de incumprimentos praticados (Segurança Social, Fornecedores e Trabalhadores) ao longo de 2014. Estamos a falar de valores que ultrapassam os €200 Milhões? Investiguem!
Se chegarmos a Bom Porto com estas questões … terei outros acontecimentos para partilhar convosco …

domingo, 16 de novembro de 2014

A 'ESTÓRIA' DA MOVIFLOR AINDA VAI DAR MUITO QUE FALAR...PARTE II

As reacções da COMUNICAÇÃO SOCIAL AO PROTESTO DOS TRABALHADORES/ CREDORES, NO 'OUTLET de MÓVEIS' da IFC,SA., na BOBADELA, em 15 NOVEMBRO 2014... UM MÊS E MEIO APÓS TER ENCERRADO COMO...MOVIFLOR!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A 'ESTÓRIA' DA MOVIFLOR AINDA VAI DAR MUITO QUE FALAR...

As reacções, da COMUNICAÇÃO SOCIAL, às DÚVIDAS e SUSPEITAS dos TRABALHADORES/CREDORES, face à abertura do 'OUTLET de MÓVEIS' da IFC,SA., na BOBADELA a 08 NOVEMBRO 2014...TRINTA E OITO DIAS APÓS TER ENCERRADO COMO...MOVIFLOR!





sábado, 25 de outubro de 2014

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Esta vida de marinheiro"

(...)
vamos todos no mesmo barco e não devemos desistir de lutar pelo que é nosso por direito e acima de tudo por respeito!
Deixo aqui uma letra improvisada para ser cantada ao som da música dos sitiados "Esta vida de marinheiro"

Refrão
Esta empresa de caloteiros está a dar cabo de mim
Ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-rim!
Esta empresa de caloteiros está a dar cabo de mim
Ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-rim!

Certa gente em Lisboa, a brincar e aldrabar
Vai mantendo a aparência até um dia isto acabar

Valentes trabalhadores, que enfrentam a tempestade
fazem o cliente deixar lá quase a metade

Abriram em Angola, sem nunca se pensar
que todo o dinheiro nunca iria chegar
e agora vão usando o nosso dinheirinho
so lhes falta dizer para pedirmos ao vizinho

REFRÃO(2X)

Há quem trabalhe dia a dia, trabalhe sem parar
há quem procure fazer fortuna sem um dia trabalhar
telefonei pra sede só pra ouvir,
que afinal o ordenado não iria receber

REFRÃO(2X)

Há quem trabalhe dia a dia, trabalhe sem parar
há quem procure fazer fortuna EU PROCURO TRABALHAR
telefonei pra sede só pra ouvir,
que afinal o ordenado não iria receber

telefonei pra sede só pra ouvir,
que afinal o ordenado....... YII-HA!

REFRÃO(2X) E....

Ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-ra-pa-rim
!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

OS TRÊS MILAGRES DA MOVIFLOR!

  • CONSEGUIU EM POUCOS DIAS FAZER APARECER DINHEIRO PARA PAGAR OS 50% EM FALTA DOS VENCIMENTOS DE MARÇO E O RESTANTE VALOR DA 1ª TRANCHE DOS TRABALHADORES QUE ACEITARAM OS "ACORDOS MARAVILHA";

  • CONSEGUIU FAZER ENTRAR VALORES NO BANIF A HORAS NUNCA VISTAS;
 E, MILAGRE DOS MILAGRES!

  • CONSEGUE FAZER ENTRAR VALORES NAS CONTAS DOS RESTANTES BANCOS...A UM FERIADO!!!? COISA JAMAIS CONSEGUIDA DESDE QUE O BANIF PASSOU A SER O BANCO OBRIGATÓRIO PARA QUEM ENTRAVA NA MOVIFLOR A PARTIR DUM DADO MOMENTO!
Esta questão do BANIF passar a ser obrigatório também é uma 'estória' interessante. Quando o banco "aparece" na empresa, inicialmente como opção dada aos trabalhadores - aderia quem queria - e, posteriormente, tornada condição obrigatória para quem entrava na empresa, condição essa constante do manual de boas vindas ( que já foi apagada) e levando alguns trabalhadores a malabarismos entre bancos por causa dos créditos da habitação, nessa fase inicial os trabalhadores aderentes a contas no dito banco beneficiavam de algumas vantagens, de onde se destacava o receber o vencimento, algumas vezes, cerca de 4 a 5 dias antes do fim de mês. 

Essa foi uma benesse de curta duração e ao acabar transportou para os restantes trabalhadores, sem conta no Banif, o transtorno de passar a receber a 1 ou a 2 (e às vezes mais) do mês seguinte, sempre que o ultimo dia útil do mês calhasse numa véspera de feriado, ou numa 6ªfª. E a culpa era sempre do Banco!

HOJE PROVOU-SE QUE NÃO ERA! Mas ainda bem que, assim, os trabalhadores sem conta no Banif conseguiram receber só com umas horas de atraso...:=>



terça-feira, 23 de abril de 2013

A DIRECTORA GERAL DA MOVIFLOR NÃO SE ASSUSTA!

Como é que a empresa poderia aguentar-se com o embate brutal desta crise que nos impõem - o (des)governo português, lacaio bajulador dos alemães que nos hão-de destruir a todos! - se há pouco mais de um ano, quando a crise já estava instalada e os especialistas sabiam que piores dias aí vinham, a sua DIRECTORA GERAL tinha estas ideias sobre o atravessar da tempestade:




Ora, aí está o resultado das pessoas 'ficarem mais tempo em casa' e do 'apoio aos consumidores', como se a função duma empresa fosse apoiar os consumidores e como se os consumidores comprassem mais móveis porque passam mais tempo em casa. Mas esta gente aprendeu gestão ONDE??? E VIVE EM QUE MUNDO??? 

Oh DOUTORA(?) TERESA ALBUQUERQUE que desenho é que precisa que se lhe faça para a senhora perceber que as pessoas NÃO COMPRAM PORQUE NÃO TÊM DINHEIRO E FICAM EM CASA POR ISSO MESMO E NÃO PORQUE ESTEJAM MAIS CASEIRAS?! 

Mas, entretanto, deixe que lhe diga (e se quiser também lhe fazemos um desenho para ver se percebe) que os CLIENTES QUE AINDA COMPRAM QUALQUER COISINHA, COMPRAM NA EXPECTATIVA DE LHES ENTREGAREM AQUILO QUE ENCOMENDARAM E SINALIZARAM PARA O EFEITO. Ah e outra coisa, se a MOVIFLOR já não consegue ser competitiva PERDE CLIENTES!, isto é básico e nem é preciso tirar cursos de gestão. 

Ainda bem que a senhora não se assustou e continua a não se assustar! Embora, só agora, tenhamos percebido o porquê: aguentar uma empresa à custa da destruição da vida dos seus trabalhadores e à custa de enganar clientes e fornecedores, realmente não será assustador...para quem não tem MORAL, NEM CONSCIÊNCIA!

Numa coisa a senhora tem razão quando diz "O momento que vivemos pode representar uma oportunidade para todo o mercado"...e a JOM que o diga!!!

A terceira* fase da estratégia de despedimentos da MOVIFLOR

A partir do dia 22 de Abril a MOVIFLOR passou à segunda fase das RESCISÕES...agora já NÃO AMIGÁVEIS, AGORA É À BRUTA!

Três vendedoras da LOJA DO PORTO receberam cartas a informar que a partir de determinada data passariam a apresentar-se nas lojas de BRAGA e de AVEIRO.

Perguntamos nós
  • Quais os critérios para tais deslocações? 
  • Porquê aquelas e não outras?
  • Foram aferidas as condições familiares das referidas trabalhadoras? 
  • Foram aferidas as condições de deslocação/transportes, em especial para a LOJA de AVEIRO?
  • Foram pagos os transportes, ANTES DA DESLOCAÇÃO, face ao acréscimo verificado, já que as trabalhadoras aguardam o pagamento dos 50% do vencimento de MARÇO, como todos os outros?
Ressalve-se  o facto de a LOJA de AVEIRO se encontrar fora da cidade, com fraca acessibilidade de transportes e com horários que não são compatíveis com os horários da loja.
***
Porto – Aveiro

Custo estimativo
14.89 € Com um veículo Gasolina  
Portagem 4.70 €
Combustível 10.19 €  
 
Tempo
01h06 com 00h45 de auto-estradas
Distância
77 km com 71 km de auto-estrada
 ***
Esta vai ser a *terceira fase dos despedimentos na MOVIFLOR: levar os trabalhadores à exaustão face à incapacidade para suportar as despesas acrescidas motivadas pelos atrasos e em datas incertas do pagamento dos vencimentos.
  • primeira fase: o NÃO PAGAMENTO DOS SUBSÍDIOS DE NATAL'2012 e FÉRIAS'2013 e o ATRASO CONSECUTIVO DOS VENCIMENTOS;
  • segunda fase: as ditas 'rescisões amigáveis';
  • terceira fase: a pressão e perseguição dos trabalhadores com deslocações forçadas dos seus postos de trabalho.
E preparem-se porque HÁ MAIS...










domingo, 21 de abril de 2013

O recurso à pressão, à chantagem e ao aliciamento, começou!

Após começar a circular a ideia de que os trabalhadores da Moviflor iam, mesmo, aderir a uma greve no próximo dia 25 de Abril, propagaram-se as manobras de intimidação e chantagem:

  • "Vão acabar com a empresa" - andam, há anos, a roubar a empresa ; andam, há anos, a espalhar incompetência por todos os departamentos e a defraudar a empresa com políticas de gestão catastróficas; destruíram, em meia dúzia de anos, o que levou décadas a construir e agora querem atirar, para cima dos trabalhadores que andam a ver a suas vidas destruídas, há mais de quatro meses, o ónus da culpa por irem ADERIR A UM DIA DE GREVE??? <O direito à greve encontra-se consagrado no artigo 57º da Constituição da República Portuguesa.> 
    "Não esperávamos isso dessa loja/desse trabalhador" - pois, mas a paciência do pobre tem limites e "não se cutuca onça com vara curta", sob pena de se sair ferido. Depois, quem não aprende com os erros passados, é falho de inteligência e as experiências do passado não muito longínquo - aquela ideia peregrina de pretender dividir um dos dois dias da folga, semanal, em dois meios dias foi de génio! E foi o início da nossa consciência sindical! - mostraram que para o copo transbordar basta uma gotinha, se o copo já estava quase cheio...e está! <A entidade patronal não pode impedir que o trabalhador faça greve, assim como não o pode coagir, discriminar ou prejudicar por fazer greve. Tais actos da entidade patronal constituem uma contra--ordenação muito grave (art.º 540º do Código do Trabalho),(...)>
    E a gotinha, neste caso, parece ter sido - ironicamente! - aquilo que os trabalhadores tanto pediam: uma explicação. Mas não uma explicação...cínica!, como a da 'carta da D. Catarina'. Essa carta apenas veio confirmar a ideia que esta empresa tem dos seus trabalhadores: que são tão indigentes de inteligência como a sua administração!
      
    **************************************************************************
Dúvidas e Esclarecimentos sobre o Direito à Greve


1. NÃO SOU SINDICALIZADO. POSSO FAZER GREVE?

Sim.

O direito à greve encontra-se consagrado no artigo 57º da Constituição da República Portuguesa.
É um direito fundamental dos trabalhadores. O direito à greve é irrenunciável.Todos os trabalhadores
podem aderir à greve geral,independentemente do sector de actividade, público ou privado, da natureza
da sua entidade patronal e da natureza do seu vínculo à entidade patronal e do facto de se 
encontrarem sindicalizados ou não. O aviso prévio de greve geral apresentado pela UGT e pela CGTP
cobre todos os trabalhadores por conta de outrem.

2. SOU OBRIGADO/A A COMUNICAR QUE VOU FAZER GREVE?


Não.
Nenhum trabalhador é obrigado a comunicar à sua entidade patronal que irá fazer greve,mesmo que
interpelado pela entidade patronal nesse sentido. Se a entidade patronal exigir que tal lhe seja 
comunicado, estará a incumprir a lei.

3. POSSO SER IMPEDIDO/A PELA ENTIDADE PATRONAL DE ADERIR À GREVE?

Não.
A entidade patronal não pode impedir que o trabalhador faça greve, assim como não o pode coagir,
discriminar ou prejudicar por fazer greve. Tais actos da entidade patronal constituem uma contra-
-ordenação muito grave (art.º 540º do Código do Trabalho), podendo o trabalhador, inclusivamente, alegar
em Tribunal ter sido alvo de ameaça ou discriminação, desde que tenha como fazer prova de tal 
comportamento.
(...)

Outro a merecer POST...pela negativa!


Estas situações espelham bem o fraco nível cultural e de inteligência de pessoas que ascenderam dentro da Moviflor por todos os degraus que não os da competência!

Falta-lhes tudo!, para lá da competência para LIDERAR - lembram-se das famosas pseudo-formações, também para as chefias no campo da LIDERANÇA?, mas que apenas serviam para as empresas (as formadoras e a Moviflor) sacarem uns milhares aos fundos da UE!?!falta-lhes inteligência para perceber que "um burro não trabalha se não come e um bom ramalhete de cenouras é sempre um garante para se conseguir óptimos resultados na liderança laboral" (perguntem aos americanos que são especialistas neste tipo de obtenção de resultados); falta-lhes saber técnico; falta-lhes ética moral e social; falta-lhes HONESTIDADE!

Quanto ao pé de meia que trabalhadores da Moviflor, a receberem vencimentos líquidos da ordem dos 500 ou 600 euros, esses "chefes" deveriam "ensinar" como se faz...contem-nos os degraus que subiram e como subiram: quantos fretes fizeram e de que natureza eram esses fretes; contem-nos as benesses que receberam da empresa enquanto os trabalhadores se esforçavam sem qualquer retorno; contem o quanto roubaram; contem o quanto receberam por fora, em "luvas"; contem o que ajudaram a roubar e quanto pingou para vocês. Mas é claro que não contam! MAS NÓS SABEMOS!

Aos outros, aos que vieram usurpar os lugares que seriam, por direito próprio, de quem deu anos e anos de luta a esta empresa e que, pela experiência adquirida se bem direccionada com formação profissional a sério, poderia desempenhar as funções que os "doutores", de canudos tantas vezes obtidos à martelada em 'lusófonas e modernas', quiçá colegas de Relvas e quejandos, não desempenham por incompetência, mas mesmo assim os faz usufruir de vencimentos de milhares de euros e ainda prémios que os outros nunca tiveram, a esses dirigimos hoje TODAS AS NOSSAS ACUSAÇÕES E MAIS AOS QUE OS CONTRATARAM CONHECENDO, DE ANTEMÃO, ESSA INCOMPETÊNCIA! 

A nenhum curriculum de gestor poderá abonar, a favor, o facto de ter deixado uma empresa na falência...é e será sempre um mau sinal! Ou então, se os gestores não são responsáveis pela gestão que exercem...de que serve ter gestores???
Qual é a vossa RAZÃO?

Isto é uma tentativa de entender algo que ultrapassa a nossa compreensão.

É o cenário da crise, da perda dos clientes, do país que temos, do facto de sermos parte de um ramo fortemente afectado pelos problemas de Portugal.

Isso tem lógica, isso é uma boa razão, uma boa justificação para aquilo a que estamos a assistir.

Mas será que já olharam bem para dentro? Mas bem para dentro de vós próprios, para dentro da Moviflor e perguntaram-se?

- Por este caminho onde é que isto vai parar?

Já se perguntaram?

E é aí que tento entender a vossa razão, a vossa lógica que é tudo menos correcta, menos justa, menos verdadeira e menos digna.

Devem pensar que as nossas palavras, que este blog ajudam a afundar a Moviflor? Mas não! O José Silva somos todos, somos muitos. É cada um daqueles que se revê na falta de respeito de que estamos a ser alvo.

O que afunda a empresa é sim a incompetência e a mentira que reinam em grande na Moviflor.

* Mentir aos clientes. Adiar uma, duas, três, quatro vezes. Adiar entregas por meses a fio. Essa é a pior publicidade!

* Obrigar os funcionários a dizer tudo menos a verdade e termos vergonha porque somos obrigados a mentir aos clientes.

* Ver de forma frustrada e incapaz os milhares de euros que todos os dias são devolvidos aos clientes. Essa é a pior publicidade!

E isto não tem lógica, não tem razão de ser pois quem alimentou tudo isto foram as mesmas pessoas que podiam ter evitado isto.

São os tais que passam ao lado da crise porque não passam fome, porque têm dinheiro e porque nunca pagarão nem aprenderão com os erros que cometeram.

São os mesmos que estão a tentar reerguer aquilo que destruíram.

Mas querem que vos diga? É fácil empurrar uma empresa para o abismo, mas mais difícil é restituir-lhe a credibilidade e a confiança de clientes e funcionários.

Os clientes são enganados e o dinheiro deles é que vai sustentando o impossível.

Mas os funcionários também são enganados e mal tratados e ABRAM BEM OS OLHOS POIS O TRATAMENTO QUE SE TEM PARA COM OS FUNCIONÁRIOS, DIZ TUDO SOBRE AS PESSOAS QUE LIDERAM A EMPRESA.

SE NOS TRATAM COMO ANIMAIS, VOCÊS SÃO O QUÊ? VETERINÁRIOS? ACHO QUE ALGUNS DE VOCÊS TRABALHAM NO RAMO ERRADO.

* Por mais necessário que seja despedir, usam do método de mandar mães e pais de filhos para outras lojas e destroem as vidas das pessoas da noite para o dia.

* Acham bem esta forma de reduzir despesa? É verdade que há pessoas que precisam de ser despedidas da empresa, mas é assim, sem critério que se permite que as pessoas saiam? É que estamos a falar de seres humanos.

* Fica quem não interessa, vai embora quem faz falta. Dos que ficam não se distingue quem tem mérito de quem não o tem e somos todos farinha do mesmo saco? Mas onde está a vossa razão? Que futuro tem a Moviflor com esta política?

* Negoceiam a saída de funcionários desesperados, que abdicam de quase tudo pois precisam de ter alguma fonte de rendimento certo e que passa a ser o fundo de desemprego em vez da verba acordada na qual falharam. Já agora? Afinal o critério é sair de graça? Se é digam de vez, mas depois não se queixem do insucesso das vossas estratégias!

* Devem a toda a gente. Temos fornecedores bloqueados, salas incompletas, camas sem colchões, armazéns vazios e deixam as coisas chegar a este ponto? Afinal querem vender como e o quê?

* Têm a lata e a incompetência de fazer catálogos cujo material não existe em exposição nem há previsão de chegada. Mas onde é que andam com a cabeça? Está tudo louco?

* Depois queixem-se quando as "gentes de cabeça quente" falam dos investimentos de Angola e Moçambique. Respondam que são dinheiros diferentes e são e não são. Pois é, mas há duas coisas que vos faltam e não conseguem ver que se chamam seriedade e bom trato.
Serem pouco sérios pois fica mal em Portugal termos uma empresa em ruínas, mal tratada, abandonada e lá fora o novo El Dorado que alimenta e sustentará a "malta do costume".
Mas uma pessoa séria vai ser sempre uma pessoa séria e um veterinário será sempre um veterinário.
Ser sério dá trabalho e custa. Já vão tarde, mas nunca é tarde para fazer as coisas com correcção.

* Falem com as pessoas. Usem de pedagogia pois infelizmente precisamos e muito dessa pedagogia.

* Se querem e precisam de reduzir custos, sejam sérios e dignos nessa hora tão difícil para as duas partes. Paguem indemnizações justas, cumpram com a vossa palavra. Sejam sérios e deixem de perseguir os funcionários e aproveitarem-se da fragilidade deles na hora de negociar a saída.

* Também quero dizer que a redução de custos não pode passar apenas pelos quadros inferiores. Há directores, assessores, gerentes a mais, há muito ladrão e muito incompetente a destruir equipas, lojas e armazéns. E deixem-se de simpatias pois parte da doença que mata a Moviflor também está aí.

* A Dona Catarina não é omnipresente e essas pessoas são a face da empresa e muitos deles nunca foram dignos de o ser. Em muitos deles, em cada um há um incompetente, um frustrado ou um ditador escondido.

* Fala-se de greves, de revoltas, de tanta coisa. E já alguém reparou que o motivo de tudo isso, as causas daquilo que se transformou numa guerra, são todas provocadas pela tal incompetência, pelo desrespeito e pela mentira?

ABRAM OS OS OLHOS!

Nunca é tarde para se dizer a verdade e nos tratarmos uns aos outros com respeito e transparência.

sábado, 20 de abril de 2013

Este também merece POST...pela negativa!

 <Anónimo20 de Abril de 2013 à0 15:05


Tanto direito tem quem faz greve, como quem recusa fazê-lo!,mas...já não será tão linear que quem se recusa a protestar beneficie dos resultados dos protestos.

Assim sendo, o justo era que os trabalhadores que acham não existir razão para se fazer greve, os trabalhadores que acham que é legítimo uma empresa ter trabalhadores que cumprem com as suas obrigações, dia após dia, sem lhes pagarem...esses amigos da empresa DEVIAM DECLARAR ABDICAR DA SUA PARTE DE VENCIMENTOS EM FAVOR DOS DESGRAÇADOS QUE JÁ NEM DINHEIRO TÊM PARA DAR COMER AOS FILHOS, QUANTO MAIS PARA PAGAR TRANSPORTES PARA TRABALHAR.

E se a empresa sempre cumpriu, até 2011, NÃO FEZ MAIS QUE A SUA OBRIGAÇÃO PORQUE O VENCIMENTO DUM TRABALHADOR É O VALOR - MAL PAGO! - DO SEU TRABALHO! Em contrapartida os TRABALHADORES CONTINUAM A CUMPRIR APESAR DE A EMPRESA NÃO CUMPRIR COM ELES...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Outra das patranhas da MOVIFLOR

Os trabalhadores da LOJA DE PORTIMÃO [ QUE ARDEU!] estão, há perto de SETE MESES, em casa a receber os vencimentos base [quer dizer que não são pagas nenhumas verbas compensatórias pelas comissões que não recebem, apesar da empresa receber do seguro, também, verbas respeitantes  a prejuízos de exploração] mas sem que alguém lhes explique qual vai ser o seu futuro próximo, ou até quando terão de permanecer nestas condições. 

E estão, também eles, a receber os vencimentos pagos em tranches, nas mesmas proporções dos  restantes trabalhadores .

Acordos amigáveis??? Grande tanga!

Os poucos trabalhadores que embarcaram naquilo que a grande maioria viu que ia ser uma grande trafulhice...deu no que deu! Não só caíram na esparrela de aceitar o pagamento da suposta indemnização em tranches - como se não lhes tivesse servido de exemplo as tranches do vencimento e que foi, afinal, o que os motivou a desistir - o prazo acordado para o pagamento das ditas - 10 de cada mês - NÃO ESTÁ A SER CUMPRIDO  e hoje dia 17 ainda só receberam 20% da tranche.

A MOVIFLOR CONTINUA A NÃO RESPEITAR NENHUMA DAS VERTENTES COM QUE TEM DE GERIR O SEU NEGÓCIO: NEM FORNECEDORES, NEM CLIENTES, NEM TRABALHADORES, NEM EX-TRABALHADORES A QUEM CHANTAGEOU E ALICIOU.