"(...)Quem também não sai muito bem desta história é o governo. Um gabinete de
comunicação minimamente eficaz (nem precisaria de o ser muito) teria,
logo após a sua primeira intervenção pública, investigado e desmascarado
o charlatão. A menos que quisessem que o famoso "economista" da ONU
tivesse palco mediático, para depois todos os que o citaram caíssem
nesta situação absolutamente patética. Ou seja, teria sido uma forma
maquiavélica de ridicularizar a oposição e os media. "
publicado por Nuno Gouveia às 23:25
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